Projeto Tor permite navegação anônima na internet


Desenvolvido no Brasil, projeto Tor tem como objetivo proteger usuários contra
análise de tráfego, uma forma de vigilância na web

Em uma rua pacata em Porto Alegre, um pequeno restaurante vegetariano armazena um servidor que é capaz de embaralhar endereços de IP --conjunto de números que identifica cada dispositivo ligado à internet.

Um dos donos do restaurante, que reúne livros, pôsteres e postais sobre cultura livre, juntou-se ao projeto Tor (www.torproject.org), que tem como objetivo proteger usuários contra a análise de tráfego, uma forma de vigilância na internet.

Jacob Appelbaum, hacker de segurança na computação e um dos responsáveis pelo projeto, afirma que existem 16 servidores do Tor no Brasil. Por meio deles, um usuário de internet da China, por exemplo, consegue navegar anonimamente, driblando as restrições do governo.

"Defendemos a liberdade, a privacidade. O Tor protege usuários de internet distribuindo suas comunicações ao longo de uma rede feita por voluntários", disse à Folha.

O Tor ajuda a acessar sites e mensageiros instantâneos que são bloqueados por provedores locais de internet.
Os serviços escondidos, como são denominados, permitem que alguém atualize blogs ou sites sem necessidade de revelar sua localização.

Na sexta-feira retrasada, no tal restaurante vegetariano, Appelbaum, Peter Sunde, do Pirate Bay, Elizabeth Stark, advogada especializada em cultura livre, e Seth Schoen, tecnologista da Electronic Frontier Foundation, entre outros, falaram sobre liberdade na internet --e, claro, sobre amenidades.

Na hora do brinde, com sucos e cervejas artesanais, todos ergueram os copos e exaltaram, em coro, sua filosofia: "À pirataria!"

A Acer pretende lançar seu “Notebook 3D” até o fim de outubro. Ele vem com tela de 15.6” e o novo Windows 7. Traz ainda um software que converte as imagens 2D dos filmes para 3D. Com isso, também suportará filmes 3D de modo nativo.

Infelizmente, ainda precisaremos usar aqueles óculos especiais para que o 3D funcione. Mas não serão aqueles óculos famosos com as cores verde e vermelho que você encontra nas caixas de cereal. São modelos mais bonitos com a função dividir em partes o feixe de luz, simulando o efeito de terceira dimensão.

Parece que o 3D está agradando às empresas. Após a Samsung ter anunciado mundialmente sua nova linha de monitores com destaque para um 3D, outros fabricantes, além da Acer, estão desenvolvendo essa tecnologia, como é o caso da LG e Toshiba. Isso significa que dentro de pouco tempo poderemos assistir a filmes com maior envolvimento em telas cada vez menores.


Microsoft lança "Bing" para concorrer com Google

O lançamento do novo motor de busca, marcado para a próxima quarta-feira, implica um investimento publicitário que pode chegar aos 72 milhões de euros. As ferramentas do "Bing" simplificam a pesquisa e pretendem assumir-se como auxiliares das decisões dos internautas.

O objectivo é ambicioso: colocar um ponto final à hegemonia do Google como motor de busca preferido dos internautas. E, para isso, a Microsoft não olha a meios e custos: para a próxima semana, dia 3 de Junho, está a agendado o lançamento do novo servidor "Bing", que contará com um campanha publicitária milionária. Se, em 2008, o Google, investiu perto de 25 milhões de dólares (18 milhões de euros) em publicidade em todos os suportes, a Microsoft não se faz rogada e pretende gastar entre 80 a 100 milhões de dólares (57,6 a 72 milhões de euros) para anunciar o lançamento do novo motor de busca. As publicações impressas, digitais, a televisão e a rádio vão ser os suportes privilegiados.

O novo motor de busca, que começou a ser testado internamente com o nome de código "Kumo", pretende ser uma versão moderna do actual Live Search, não só ao nível da aparência como também do processo de formulação das pesquisas. Para se diferenciar, o "Bing" renega a denominação "motor de busca" e prefere a nomenclatura "motor de decisão": diversos estudos indicam que 66% dos utilizadores recorrem aos motores de pesquisa para serem auxiliados nas tomadas de decisão. Nesse sentido, o novo serviço quer oferecer ferramentas de procura inteligente, apostando na simplificação de tarefas e em escolhas mais informadas.

Entre as diversas ferramentas disponibilizadas, destacam-se, por exemplo, as sugestões automáticas: o Bing analisa o termo introduzido na caixa de procura e oferece automaticamente noções semelhantes e aperfeiçoa o campo de busca. Este "motor de decisão" permite também a pré-visualização de documentos, já que muitos estudos referem que um quarto das procuras realizadas resulta num rápido clique para regressar à página oficial, quando os internautas se apercebem que o resultado não é o pretendido. Segundo a Microsoft, esta ferramenta permite, desde logo, ter a percepção do conteúdo do site e, por isso, do resultado da pesquisa. Por outro lado, o "Bing" simplifica a procura de serviços como, por exemplo, as reservas de bilhetes de avião, ao conseguir estimar as variações futuras no preço das viagens aéreas.

A tarefa, no entanto, não se antevê fácil. O Google continua a ser líder incontestado, abrangendo 64,2% do mercado, sendo seguido pelo Yahoo, com apenas 20,4% de quota. O Live Search (pertencente à Microsoft) conta apenas com 8,2% do mercado.

Google Street View chega ao Brasil em parceria com Fiat e estará disponível para São Paulo, Belo Horizonte e outras cidades, afirmam fontes.


Publicada em 28 de maio de 2009 às 17h07

O Google Brasil fechou acordo para trazer o serviço de captura de imagens de ruas e avenidas Street View para diversas cidades brasileiras, segundo diferentes fontes próximas ao projeto consultadas pelo IDG Now!.

A montadora Fiat está envolvida nos planos do buscador para adaptar o serviço ao mercado nacional no centro de desenvolvimento do Google em Belo Horizonte, já responsável pela adaptação do Google Maps ao Brasil.

Não está claro ainda, porém, qual seria a participação da montadora no processo - se o novo serviço carregará apenas o logotipo da Fiat ou se os carros usados para captura de imagens seriam da empresa.

As cidades de São Paulo e Belo Horizonte, onde o Google tem escritórios no Brasil, estão confirmadas para receber o serviço de mapas, embora uma das fontes admita que "haverá mais cidades atendidas", sem apontar o número preciso.

Lançado em maio de 2007 nos Estados Unidos, o Google Street View integra ao serviço Maps e ao software Google Earth fotos aproximadas das ruas e avenidas de grandes cidades, dando uma visão de 360 graus do ambiente.

Em julho de 2008, o Google lançou o Street View na França, primeiro mercado a receber o serviço fora dos Estados Unidos. No total, o Street View está disponível em em nove países, incluindo Reino Unido, Alemanha, Austrália, Nova Zelândia e Japão.

O Google vem enfrentando problemas relacionados a privacidade em alguns dos mercados onde vem capturando as imagens que alimentarão as versões regionais do Street View. Além de ser obrigado a refazer imagens no Japão e enfrentar turbulências no Reino Unido, o buscador foi proibido de fotografar três cidades gregas e vem sofrendo pressões na Alemanha para apagar certas localidades.

Segundo as fontes, o anúncio oficial deverá ser feito pelo Google Brasil nas próximas semanas. Consultado pelo IDG Now!, o Google Brasil afirma que não comentará a questão.

IDG Now!

Russos fazem a barba de personagens
da história


Bigode é relativo

Com um pouco de Photoshop de certa imaginação, alguns blogs russos estão se dedicando à uma tarefa curiosa: estão “fazendo a barba” de diversos personagens da história conhecidos por seus pelos faciais.

Entre os que já deram um tapa no visual estão Albert Einstein (foto), Salvador Dali, Charlie Chaplin e figuras da história russa, como Lenin e Stalin.

Já imaginou se a moda pega por aqui? Quais figuras brasileiras você gostaria de ver com a cara limpa?


Fabricante de clones de Mac fecha as portas

26/05/09

Bem que a Apple tentou, mas no fim das contas foi a crise econômica que fez a Psystar, fabricante de computadores com o Mac OSX instalado não-oficialmente a encerrar suas atividades, como relata o site MacObserver.

Aberta em 2007, a empresa comercializava clones de computadores Macintosh – os chamados hackintosh – por preços menores do que a empresa da maçã, o que provocou um longo processo judicial entre as duas empresas, que nunca chegou (ou chegará) a lugar algum.

Segundo a Psystar, o alto custo dos componentes de seus componentes não permitia obter uma margem de lucro “significativa” a cada venda, o que, somado à queda nas vendas registrada desde o início da crise, fez com que a companhia acumulasse dívidas “superiores a US$ 250 mil”.

Bom lembrar que desde o início da crise, as vendas dos computadores Apple "originais" também sofreram uma sensível queda, fazendo com que a empresa demitisse cerca de 1.600 funcionários de suas lojas de varejo nos EUA.

Fonte: UOL GigaBlog


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